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Morte Quotes

Quotes tagged as "morte" Showing 1-30 of 312
Suman Pokhrel
“Una vita inquieta è più realistica di una morte facile.”
Suman Pokhrel

Judith Viorst
“Levamos para o casamento uma infinidade de expectativas ro- mânticas. As vezes, também visões de míticos êxtases sexuais. E impomos à nossa vida sexual muitas outras expectativas, muitos outros "devia ser", que o ato quotidiano do amor não consegue realizar. A terra devia tremer. Nossos ossos deviam cantar. Fogos de artifício deviam explodir. O ser consciente â€� o eu â€� devia ser queimado na pira do amor. Devíamos alcançar o paraíso, ou um fac-símile razoável. Nós nos desapontamos.”
Judith Viorst, Necessary Losses: The Loves, Illusions, Dependencies, and Impossible Expectations That All of Us Have To Give Up in Order To Grow

David Soares
“As coisas que vivem ao pé da morte sentem-nos e vêm ter connosco. Quando somos capazes de ver as coisas que vivem ao pé da morte é porque estamos ao pé dela. É sinal que vamos morrer.”
David Soares, A Luz Miserável

José Saramago
“Vamos lá, tornou a dizer o velho da venda preta, vamos ao que estava decidido, ou é isso, ou ficamos condenados a uma morte lenta, Alguns morrerão mais depressa se formos, disse o primeiro cego, Quem vai morrer, está já morto e nao o sabe, Que temos de morrer, sabemo-lo desde que nascemos, Por isso, de uma certa maneira, é como se já tivéssemos nascido mortos.”
Saramago, José, Blindness

Marguerite Yourcenar
“Cercai di percorrere col pensiero la rivoluzione attraverso la quale passeremo tutti, il cuore che s'arresta, il cervello che rinuncia al pensiero, i polmoni che cessano di aspirare la vita. Anch'io subirò uno sconvolgimento analogo: morirò, un giorno. Ma ogni agonia è diversa; i miei sforzi per figurarmi quella di Antinoo non pervenivano che a una costruzione priva di valore: era morto solo.”
Marguerite Yourcenar, Memoirs of Hadrian
tags: morte

Raul Brandão
“A que se reduz afinal a vida? A um momento de ternura e nada mais...”
Raul Brandão, ²Ñ±ð³¾Ã³°ù¾±²¹²õ

Lawrence Durrell
“Não há múmias, pedaços de tecido colados ao osso, medas de sal ou cadáveres que jamais estivessem nem metade dos mortos que estamos hoje.”
Lawrence Durrell
tags: morte

“A morte para mim é mais um desgosto, não um medo. O medo é uma das coisas que nos faz valorizar a vida. Mas como é que podes ter medo do ¾±²Ô±ð±¹¾±³Ùá±¹±ð±ô? Seria como ter medo do amanhecer.”
Ana Menéndez, Por Amor a Che

Joaquim Mestre
“A morte tem que estar tapada, pois só assim a podemos olhar, tapada com muita terra para a esquecermos e voltarmos a acreditar que ela não existe. É preciso esquecê-la, tapá-la com terra, pazadas de terra, ou então com a vida. Sim, a vida. A vida é que nos faz esquecer a morte.”
Joaquim Mestre, O Perfumista
tags: morte, vida

José Saramago
“Em poucos minutos chegaram os socorristas ao seu destino, souberam-no quando ainda nem tinham tocado nos corpos, o sangue por cima do qual se iam arrastando era como um mensageiro que lhes tivesse vindo dizer Eu era a vida, atrás de mim já não há nada.”
Saramago, José, Blindness

Martha Medeiros
“Morremos um pouco todos os dias, e todos os dias devemos procurar um final bonito antes de partir.”
Martha Medeiros, Doidas e santas

Murilo Carvalho
“Como se envelhece rápido, como a sabedoria nada tem a ver com a idade: não nos tornamos mais sábios, apenas conscientes de que os riscos são inerentes a qualquer ação. E então refreamos os desejos, pois tememos que nossos músculos enfraquecidos não mais respondam aos desejos do coração e das memórias. E então preferimos nos calar, calar os desejos, evitar que a vida bruta que nos corria nas veias, naqueles anos, continue a fluir pelos tendões enrijecidos. E então esse medo nos faz precavidos, preferimos aconselhar, nos resguardar da própria vida, como vassouras desgastadas, nos esconder em nossas roupas de lã, mesmo num verão como este. E então tudo o que nos resta é posar de sábios, como se a proximidade da morte nos fizesse melhores conhecedores da vida. Não nos tornamos sábios, apenas velhos, com nossos compromissos, nossos sonhos não cumpridos e, quase sempre, uma vida inútil atrás de nós.”
Murilo Carvalho, O Rastro do Jaguar

Sara Farinha
“Múmias não eram mais assustadoras do que qualquer obra de arte naquele museu. Eram artefactos, coisas mortas, extintas há muito tempo, sem alma e sem sentimentos. Os vivos eram mais aterrorizadores.”
Sara Farinha, Percepção, uma estranha realidade

“A única coisa que havia ali dentro era uma cama sem colchão, que ele olhava fixamente. Em cima dela, sua mãe teria chorado e tremido de medo. Em cima dela, teria lamentado sua vida, sofrido as dores do ventre e as do coração. Em cima dela, sua mãe teria conhecido sua desimportância, teria entendido que o mundo podia muito bem continuar sem ela. Em cima dela, sua mãe talvez tivesse desejado morrer. Enfim, em cima daquela cama, sua mãe acabou tendo seu encontro fatal com a morte. E, diante dela, se encontrava agora a explicação para toda aquela dor.”
Camilo Gomes Jr, Em memória

Adolfo Bioy Casares
“Non sperare dalla vita, per non rischiarla; considerarsi morto, per non morire.”
Adolfo Bioy Casares, La Invención de Morel

Umberto Eco
“Io non vi dico di prepararvi all'altra vita, ma di usare bene quest'unica vita che vi è data, per affrontare quando verrà, l'unica morte di cui avrete mai esperienza. E' necessario meditare prima, e molte volte, sull'arte del morire, per riuscire a farlo bene una sola volta”
Umberto Eco, The Island of the Day Before

Friedrich Nietzsche
“Em geral, só muito depois da morte de um homem achamos incompreensível a sua ²¹³Ü²õê²Ô³¦¾±²¹: no caso de homens muito grandes, às vezes somente após décadas. Quem é sincero acha geralmente, no caso de uma morte, que a ²¹³Ü²õê²Ô³¦¾±²¹ não é muita e que o solene orador fúnebre é um hipócrita. Apenas a necessidade mostra como um indivíduo é necessário, e o epitáfio justo é um suspiro tardio.”
Friedrich Nietzsche, Human, All Too Human: A Book for Free Spirits
tags: morte

Friedrich Nietzsche
“Sub specie aeterni [Do ponto de vista da eternidade]
A: "Você se afasta cada vez mais dos que vivem: logo eles o apagarão de suas listas!" - B: "É a única maneira de partilhar o privilégio dos mortos." - A: "Qual privilégio?" - B: "Não mais morrer.”
Friedrich Nietzsche, The Gay Science: With a Prelude in Rhymes and an Appendix of Songs
tags: morte

Lucrezia Monti
“Santa santa non sono mai stata... Ma all'inferno no, per favore, ché la dannazione eterna non credo mi si addica.”
Lucrezia Monti, La Principessa e l'Orso

Miguel de Unamuno
“Pois o que sentira por sua mulher e a ela o cingia, via bem, agora que ela se fora, que se lhe chegou a confundir com o rotineiro da vida diária, que o respirara nas mil insignificâncias do viver doméstico, que lhe foi como o ar que se respira e pelo qual não se dá, mas sim nos momentos de angústia asfixia quando nos falta. (...) Aí compreendeu como o amor é mais forte que a vida e que a morte e domina o antagonismo destes; como o amor faz morrer a vida e viver a morte; como ele vivia agora a morte de sua Rosa e morria na sua própria vida.”
Miguel de Unamuno, La tía Tula

Carl William Brown
“Dove si aggirano il dolore, il rischio, l'ansia, i ricordi, l'insoddisfazione e la morte, lì si è forgiato il mio destino.”
Carl William Brown, Ars Longa Vita Brevis: Aforismi sulla salute, la malattia, i medici e la morte (I libri del Daimon Club)

Erico Verissimo
“â€� Olhe para esses homens e mulheres â€� continuou o homem do cravo vermelho. â€� Nenhum deles está completamente vivo. Todos já começaram a morrer. Essa pobre gente não só compra coisas a prestações como também morre a prestações. A Morte manda um de seus anjos bater em cada porta todos os dias, para fazer a cobrança. O que varia é o prazo da dívida de cada um. O plano do negócio é o mesmo. O cancerzinho começa como um tímido botão e depois se vai abrindo â€� e as mãos do mestre tomavam a configuração duma flor â€� até desabrochar por completo, e mesmo depois de desabrochada, a flor continua a crescer, alimentando-se do resto do organismo, que vai definhando enquanto ela viceja. Ou então é uma artéria que endurece, um rim que vai sendo roído por uma inflamação, uma bela colônia de bacilos que se instala e fica a multiplicar-se nos pulmões... que sei eu! E a cara, meu amigo, como um espelho mágico vai refletindo toda essa tragédia interna, esse desgaste, essa desagregação, esse apodrecimento. Olhe as pessoas que aqui se acham e me diga se estou mentindo. Estão todos morrendo. Não há mais esperança para ninguém.”
Erico Verissimo, Noite
tags: morte

“Não tenho portanto nenhuma intenção de me apegar tenazmente à vida, mas uma vez que continuo vivo, não posso deixar de sentir atração pelo sexo oposto.”
Jun'ishiro Tanizaki, Diario de um Velhos Louco

“Creio que o fenômeno seja comum à maioria dos idosos, mas a verdade é que, nos últimos tempos, nenhum dia se passa sem que eu não pense em minha própria morte.”
Jun'ishiro Tanizaki, Diario de um Velhos Louco

“Até a faixa dos cinquenta, a ideia da morte me apavorava mais que qualquer outra, mas isso já não acontece hoje em dia. Ao contrário, posso até afirmar que viver me cansou. Sinto que posso morrer a qualquer momento, estou preparado para isso.”
Jun'ishiro Tanizaki, Diario de um Velhos Louco

“Acordei às seis da manhã e repenso a questão de ontem. Não receio a morte, mas tenho medo de imaginar que ela se acha diante de mim e que me encara neste exato instanteâ€� Se possível, gostaria de me ir deste mundo de modo sereno, quase despercebido, como se caísse suavemente no sono, deitado nesta cama e cercado de familiares.”
Jun'ishiro Tanizaki, Diario de um Velhos Louco

“Achava que não devia dar a conhecer, nem à própria Satsuko, que mandaria esculpir uma pegada búdica com o molde do pé dela, transformando-a em um monumento tumular sob o qual eu, Tokusuke Utsugi, teria meus ossos sepultados.”
Jun'ishiro Tanizaki, Diario de um Velhos Louco

Muriel Barbery
“Enquanto você estiver aqui, desejo viver pois as ²¹³Ü²õê²Ô³¦¾±²¹s me trituram mas a sua presença me preenche â€� ele disse. â€� Saiba que, se eu estivesse sozinho, apelaria para as potências da morte e lhes diria: Não as temo. Mas não estou sozinho e, se a vida oferece apenas uma hora de fervor, quero que a vivamos juntos.”
Muriel Barbery, Une heure de ferveur

Beatriz Bracher
“Morrer é intransitivo, incompartilhável, sujeito singular, nunca composto. Mesmo as mortes coletivas, holocausto, câmara de gás, chacinas, são mortes individuais. Quem morre, morre só.”
Beatriz Bracher, Antonio

Toshikazu Kawaguchi
“Algo em que acredito piamente é que não devemos permitir que a morte de alguém seja causa de infelicidade. A razão para tal é simples: se deixarmos que todos os que morrem sejam causa de infelicidade, isso quereria dizer que as pessoas nascem para se tornarem infelizes. Ora, a verdade é exatamente o oposto. As pessoas nascem sempre em nome da felicidade.”
Toshikazu Kawaguchi
tags: morte

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