Å·±¦ÓéÀÖ

Pkd Quotes

Quotes tagged as "pkd" Showing 1-10 of 10
Philip K. Dick
“Because her general taste appalled him, it annoyed him that he himself constituted one of her favorites. It was an anomaly which he had never been able to take apart.”
Philip K. Dick, Flow My Tears, the Policeman Said

Philip K. Dick
“God's M.O., he reflected, is to transmute evil into good. If He is active here, He is doing that now, although our eyes can't perceive it; the process lies hidden beneath the surface of reality, and emerges only later. To, perhaps, our waiting heirs. Paltry people who will not know the dreadful war we've gone through, and the losses we took, unless in some footnote in a minor history book they catch a notion. Some brief mention. With no list of the fallen.”
Philip K. Dick

Philip K. Dick
“When I consider the brief span of my life, swallowed up in the eternity before and behind it, the small space that I fill, or even see, engulfed in the infinite immensity of spaces which I know not, and which know not me, I am afraid.'
'I should think so' I said.
'I am afraid, sir, and wonder to see myself here rather than there. For there is no reason why I should be here rather than then'
'Did you come to any conclusion?'
The Stanton cleared its throat, then got out a folded linen handkerchief and carefully blew its nose. 'It seems to me that time must move in strange jumps, passing over intervening epochs. But why it would do that, or even how, I do not know. At a certain point the mind cannot fathom anything further.”
Philip K. Dick, We Can Build You
tags: life, pkd, time

Christopher Barzak
“Philip K. Dick could have been Japanese. He seemed to know a lot about how the world is never what it looks like. That’s pretty much Japan through and through.”
Christopher Barzak, The Love We Share Without Knowing
tags: japan, pkd

Philip K. Dick
“That's why their lives are worse than ours; they can't give up and die - they have to go on.”
Philip K. Dick, We Can Build You

Philip K. Dick
“A man can be defined as an animal that carries a pocket handkerchief”
Philip K. Dick

Philip K. Dick
“I had insight and yet I did not; one part of me knew and understood, the rest seethe like a captured animal that yearns to get back to its own environment, it's own familiar places.”
Philip K. Dick, We Can Build You

“Psychosis, it seemed to some, was in the air. One unhappy host played Phil a copy of Marshall McLuhan's 1968 LP The Medium is the Massage, an audio collage inspired by the resonating global echo chamber that McLuhan believed formed a new electronic form of “acoustic space.â€� When the recording began, Dick clapped his hands over his ears and screamed, “Turn it off! Turn it off! It sounds like the inside of my head when I go mad and have to go the hospital.”
Erik Davis, High Weirdness: Drugs, Esoterica, and Visionary Experiences in the Seventies

Jean Baudrillard
“Não é que as pessoas já não acreditem nela [publicidade] ou a tenham aceitado como rotina. É que, se ela fascinava por este poder de simplificação de todas as linguagens, este poder é-lhe hoje subtraído por um outro tipo de linguagem ainda mais simplificado e, logo, mais operacional: as linguagens ¾±²Ô´Ú´Ç°ù³¾Ã¡³Ù¾±³¦²¹s. O modelo de sequência, de banda sonora e de banda-imagem que a publicidade nos oferece, a par com os outros grandes media, o modelo de perequação combinatória de todos os discursos que ela propõe, este contínuum ainda retórico de sons, de signos, de sinais, de slogans que ela domina como ambiente total, está largamente ultrapassado, justamente na sua função de estímulo, pela banda magnética, pelo continuum electrónico que está a perfilar-se no horizonte deste fim de século. O microprocesso, a digitalidade, as linguagens ³¦¾±²ú±ð°ù²Ôé³Ù¾±³¦²¹s vão muito mais longe no mesmo sentido da simplificação absoluta dos processos do que a publicidade fazia ao seu humilde nível, ainda imaginário e espectacular. E é porque estes sistemas vão mais longe, que polarizam hoje o fascínio outrora concedido à publicidade. E a informação, no sentido informático do termo, que porá fim, que já põe fim, ao reino da publicidade. É isto que assusta e é isto que apaixona. A «paixão» publicitária deslocou-se para os computadores e para a miniaturização ¾±²Ô´Ú´Ç°ù³¾Ã¡³Ù¾±³¦²¹ da vida quotidiana. A ilustração antecipadora desta transformação era o papoula de K. Ph. Dick, este implante publicitário transistorizado, espécie de ventosa emissora, de parasita electrónico que se fixa ao corpo e de que este tem muita dificuldade em libertar-se. Mas o papoula é ainda uma forma intermediária: é já uma espécie de prótese incorporada, mas recita ainda mensagens publicitárias. Um híbrido, pois, mas prefiguração das redes psicotrópicas e ¾±²Ô´Ú´Ç°ù³¾Ã¡³Ù¾±³¦²¹s de pilotagem automática dos indivíduos, ao lado do qual o «condicionamento» publicitário parece uma deliciosa peripécia.”
Jean Baudrillard, Simulacra and Simulation