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História de Duas Cidades
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Joana Marta's review
bookshelves: classics, 1001-books-to-read-before-you-die, historical-fiction, favorites
Apr 09, 2014
bookshelves: classics, 1001-books-to-read-before-you-die, historical-fiction, favorites
Estou num impasse� sempre que acabo um livro de Dickens a minha reacção é sempre a mesma: um sorriso de deleite acompanhado de um � este é o meu preferido dele até agora!!!�. Desta vez deixei-me de ilusões, não me é possível criar distinções entre Great Expectations, David Copperfield e este A Tale of Two Cities. São simplesmente fabulosos!
A Tale of Two Cities deixou-me louca logo desde o início! Aquele começo é qualquer coisa de extraordinário, fiquei rendida logo no primeiro parágrafo. Se tivesse podido ler o livro todo de rajada tê-lo-ia feito num piscar de olhos!
“Restituido à vida� Dr. Manette após 15 anos de cativeiro em França, enquanto preso político, é libertado. Afectado física e especialmente a nível psicológico, parte para Inglaterra, encontrando a sua recuperação em Lucie, a filha que nunca conheceu e que o achava morto desde que nascera.
Lucie, arrebatadora de corações, consegue contar entre eles o de Sydney Carton, um advogado perfeitamente brilhante, e Charles Darnay, um aristrocata francês que aí se encontra isolado.
Com descrições simplistas, anos depois destes acontecimentos, é-nos descrito o começo da Revolução Francesa, a sua preparação e os seus resultados inevitáveis em França mas também as repercussões no resto da Europa (especialmente em Inglaterra). Achei fantástica a forma como Dickens incorporou no livro detalhes realistas do que aconteceu na realidade, dando uma outra dimensão ao livro, para além da vertente ficcional.
Sem nada o prever, Lucie, seu pai e ainda Charles e Sydney, acabam por regressar a uma França com sede de vingança, e nas mais inesperadas circunstâncias aí vão encontrar a maior das provações.

Há personagens a não esquecer neste livro, como Mrs. Pross, Sydney Carton e Mr. Lorry. Não há ninguém como Dickens para criar personagens mais inesquecíveis. E claro, o melhor deste livro, um final perfeitamente arrebatador�
“Uma vida que amas�
QUERO MAIS!!!! *.*
A Tale of Two Cities deixou-me louca logo desde o início! Aquele começo é qualquer coisa de extraordinário, fiquei rendida logo no primeiro parágrafo. Se tivesse podido ler o livro todo de rajada tê-lo-ia feito num piscar de olhos!

“Restituido à vida� Dr. Manette após 15 anos de cativeiro em França, enquanto preso político, é libertado. Afectado física e especialmente a nível psicológico, parte para Inglaterra, encontrando a sua recuperação em Lucie, a filha que nunca conheceu e que o achava morto desde que nascera.
Lucie, arrebatadora de corações, consegue contar entre eles o de Sydney Carton, um advogado perfeitamente brilhante, e Charles Darnay, um aristrocata francês que aí se encontra isolado.
Com descrições simplistas, anos depois destes acontecimentos, é-nos descrito o começo da Revolução Francesa, a sua preparação e os seus resultados inevitáveis em França mas também as repercussões no resto da Europa (especialmente em Inglaterra). Achei fantástica a forma como Dickens incorporou no livro detalhes realistas do que aconteceu na realidade, dando uma outra dimensão ao livro, para além da vertente ficcional.
Sem nada o prever, Lucie, seu pai e ainda Charles e Sydney, acabam por regressar a uma França com sede de vingança, e nas mais inesperadas circunstâncias aí vão encontrar a maior das provações.

Há personagens a não esquecer neste livro, como Mrs. Pross, Sydney Carton e Mr. Lorry. Não há ninguém como Dickens para criar personagens mais inesquecíveis. E claro, o melhor deste livro, um final perfeitamente arrebatador�
“Uma vida que amas�
QUERO MAIS!!!! *.*
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June 8, 2014
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Í
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Jun 11, 2014 06:14AM

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Sem dúvida, não estava nada, mas mesmo nada, à espera. =)
(view spoiler)
O livro é ambientado na época da revolução francesa,mas é uma novela,um romance.Uma dica,no meu caso,na edição que eu possuo,é ler a versão que possui no final do livro apêndices com notas explicativas e a cronologia dos eventos ficcionais e os eventos reais ocorridos.

Sim, é verdade. Na minha edição não tenho nenhuma introdução nem apêndice que tenham essas descrições, infelizmente. Mas ao longo do livro a tradutora fez várias notas, mencionando quando estávamos perante ou não factos reais em determinadas situações, e de que forma Dickens os tinha alterado, ou mantido, na história que ele construiu.
Joana Marta wrote: "Luís wrote: "O livro é ambientado na época da revolução francesa,mas é uma novela,um romance.Uma dica,no meu caso,na edição que eu possuo,é ler a versão que possui no final do livro apêndices com n..."
É essencial para percebermos melhor a história.
É essencial para percebermos melhor a história.
Dos livros que citaste,só não li "David Copperfield"

leste os outros em inglês, não foi?

leste os outros em inglês, não foi?"
Olá Mariana! Sim, os outros li-os em inglês. =) Mas adoro esta edição portuguesa! Espero que gostes do livro quando chegar a sua vez, eheh :)
Luís wrote: "Dos livros que citaste,só não li "David Copperfield""
David Copperfield vale mesmo a pena ler, aconselho Luís! ;)

Joana Marta wrote: "Mariana wrote: "tenho exatamente a mesma versão ali, na estante, à espera da sua vez :)
leste os outros em inglês, não foi?"
Olá Mariana! Sim, os outros li-os em inglês. =) Mas adoro esta edição ..."
Obrigado..Hoje comprei um do Conrad e outro de Hardy "Tess d'Urbervilles"
leste os outros em inglês, não foi?"
Olá Mariana! Sim, os outros li-os em inglês. =) Mas adoro esta edição ..."
Obrigado..Hoje comprei um do Conrad e outro de Hardy "Tess d'Urbervilles"
Mariana wrote: "também eu! e diz-me, como é lê-los em inglês? é fácil e agradável ou é preferível ler em português? é que gosto muito de ler em português e em inglês acho estranho a forma como escrevem os livros e..."
Geralmente,na minha opinião,é-me mais agradável lê-los em inglês,porque a história torna-se-nos mais familiar e mais atractiva.Por isso,estas edições da Wordsworth,que eu possuo,são baratas e ficam mais apetecíveis,porque além das ilustrações,vêem acompanhadas de algumas notas relacionadas com a própria obra.Mas há outras obras que eu prefiro ler em inglês,mas em último caso..
Geralmente,na minha opinião,é-me mais agradável lê-los em inglês,porque a história torna-se-nos mais familiar e mais atractiva.Por isso,estas edições da Wordsworth,que eu possuo,são baratas e ficam mais apetecíveis,porque além das ilustrações,vêem acompanhadas de algumas notas relacionadas com a própria obra.Mas há outras obras que eu prefiro ler em inglês,mas em último caso..


pois era isso que eu até queria fazer porque há aquelas versões bonitinhas e tudo da penguin e depois eu fico ali a babar pra cima delas e a querer comprar, mas tenho medo de acabar por nao gostar ou de perder partes da história (pessimismo acima de tudo, hein?). e também o preço deixa-me sempre com vontade de os comprar.

sim, o preço é um dos pontos que me atrai bastante nos livros ingleses, mas por gostar e estar tão habituada a ler em português fico sempre de pé atrás. e o facto de serem clássicos deixam-me também receosa por causa do tipo de linguagem. se calhar arrisco, compro um e depois vejo.
eu tenho 2 em inglês, um é de contos e o outro já li, mas, pronto, é diferente.

Acho que é mesmo uma questão de comprares um e veres como é que resulta. Vais ver que não vai ser tão mau como pensas =) E sim, o factor preço pesa e muito, comigo são especialmente as edições da Wordsworth. Fico sempre com vontade de trazer uns dois ou três cada vez que vou à fnac...LOL
Joana Marta wrote: "Mariana wrote: "Joana Marta wrote: "Pessoalmente, achei de leitura fácil e acessível os outros em inglês, sem grande problema. Mas por vezes há personagens que Dickens constrói que falam em dialect..."
É mesmo essa a sensação que tenho..LOL-
É mesmo essa a sensação que tenho..LOL-