Filosofia Quotes
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“Siempre es levemente siniestro volver a los lugares que han sido testigos de un instante de perfección”
― Sobre héroes y tumbas
― Sobre héroes y tumbas

“Toda a compreensão é imperfeita porque, quanto mais se expande, em maiores fronteiras confina com o incompreensÃvel que a cerca.”
― Os Portugueses
― Os Portugueses

“Só esta liberdade nos concedem
Os deuses: submetermo-nos
Ao seu domÃnio por vontade nossa.
Mais vale assim fazermos
Porque só na ilusão da liberdade
A liberdade existe.”
― Odas de Ricardo Reis
Os deuses: submetermo-nos
Ao seu domÃnio por vontade nossa.
Mais vale assim fazermos
Porque só na ilusão da liberdade
A liberdade existe.”
― Odas de Ricardo Reis

“Nasce o ideal da nossa consciência da imperfeição da vida. Tantos, portanto, serão os ideais possÃveis, quantos forem os modos por que é possÃvel ter a vida por imperfeita. A cada modo de a ter por imperfeita corresponderá, por contraste e semelhança, um conceito de perfeição. É a esse conceito de perfeição que se dá o nome de ideal.”
― Os Portugueses
― Os Portugueses

“Probabilmente la nostra vita è iniziata nell'oceano. Circa quattro milioni di anni fa. Probabilmente vicino a fonti di calore come i vulcani sommersi. Poi, cinquecento milioni di anni fa, o forse poco più, gli organismi hanno cominciato a vivere anche sulla terra. [...] Ma in un certo senso si può dire che anche se abbiamo abbandonato il mare dopo milioni d'anni di vita nelle sue profondità , l'oceano è rimasto dentro di noi. Quando una donna porta in grembo un bambino, lo fa crescere nell'acqua, e l'acqua nel suo corpo è quasi identica a quella del mare, contiene quasi la stessa quantità di sali. La donna crea un piccolo oceano nel proprio corpo. Ma non solo. Il nostro sangue e il sudore hanno quasi la stessa composizione dell'acqua di mare. Portiamo oceani dentro di noi, nel nostro sangue e nel nostro sudore. E con le nostre lacrime, piangiamo oceani. (Shantaram, pag. 465)”
― Shantaram
― Shantaram

“Não há nada tão belo e legÃtimo quanto ser um homem de forma boa e adequada, nem conhecimento tão difÃcil de adquirir quanto o conhecimento de como viver esta vida bem e com naturalidade; e a mais bárbara de nossas doenças é desprezar o nosso ser.”
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“É impossÃvel compreender que Deus exista, e é também impossÃvel compreender que não exista; que a alma esteja unida ao corpo, e que não exista alma; que o mundo tenha sido criado, e que não tenha sido criado...”
― ±Ê±ð²Ô²õé±ð²õ
― ±Ê±ð²Ô²õé±ð²õ

“Su filosofÃa era una mezcla de tres famosas escuelas: los CÃnicos, los Estoicos y los Epicúreos, y él reunÃa las tres en su famosa fase: "No se puede confiar en ningún mamón más allá de lo que se le puede lanzar, y no hay nada que podamos hacer al respecto, asà que vamos a tomar una copa.”
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“A metafÃsica e a ciência não são pois rivais, mas colaboradoras na obra do conhecimento, e a concepção metafÃsica e a cientÃfica não devem ser representadas como duas esferas opostas, mas como dois cÃrculos concêntricos.”
― Tendências Gerais da Filosofia na Segunda Metade do Século XIX
― Tendências Gerais da Filosofia na Segunda Metade do Século XIX

“O que constitui um enigma é a sua ligação, é o que está entre elas â€� é o facto de eu ver as coisas no seu devido lugar, precisamente porque elas se eclipsam umas à s outras â€�, é o serem rivais perante o meu olhar, precisamente porque cada uma está no seu lugar.”
― O olho e o espÃrito
― O olho e o espÃrito

“A sexualidade é uma é³Ù¾±³¦²¹ animal, a primeira e a mais instintiva das é³Ù¾±³¦²¹s.”
― Os Portugueses
― Os Portugueses

“Tudo é permitido e válido em nome do monopólio universal da distinção entre o verdadeiro e o falso. Everything is permitted and valid in the name of universal monopoly of the distinction between true and false.”
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“Todos nós temos necessidade de ser olhados. Podemos ser classificados em quatro categorias, segundo o tipo de olhar sob o qual queremos viver.
A primeira procura um olhar de um número infinito de olhos anônimos, em outras palavras, o olhar do público.(...)
Na segunda categoria, estão aqueles que não podem viver sem o olhar de numerosos olhos famliares. São os organizadores incansáveis de coquetéis e jantares. São mais felizes que os da primeira categoria, que, quando perdem o seu público, imaginam que a luz se apagou na sala de suas vidas. É o que acontece a todos, mais dia, menos dia. As pessoas da segunda categoria, pelo contrário, sempre conseguem arrumar quem as olhe. (...)
Em seguida, vem a terceira categoria, as dos que têm necessidade de viver sob o olhar do ser amado. A situação deles é tão perigosa quanto a daqueles do primeiro grupo. Basta que os olhos do ser amado se fechem para que a sala fique mergulhada na escuridão.(...)
Por fim, existe a quarta categoria, a mais rara, a dos que vivem sob os olhares imaginários dos ausentes. São os sonhadores. Por exemplo, Franz. Se ele chegou até a fronteira do Camboja, foi unicamente por causa de Sabina. O ônibus chacoalha na estrada da Tailândia e ele sente que os olhos de Sabina estão pousados sob ele.”
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A primeira procura um olhar de um número infinito de olhos anônimos, em outras palavras, o olhar do público.(...)
Na segunda categoria, estão aqueles que não podem viver sem o olhar de numerosos olhos famliares. São os organizadores incansáveis de coquetéis e jantares. São mais felizes que os da primeira categoria, que, quando perdem o seu público, imaginam que a luz se apagou na sala de suas vidas. É o que acontece a todos, mais dia, menos dia. As pessoas da segunda categoria, pelo contrário, sempre conseguem arrumar quem as olhe. (...)
Em seguida, vem a terceira categoria, as dos que têm necessidade de viver sob o olhar do ser amado. A situação deles é tão perigosa quanto a daqueles do primeiro grupo. Basta que os olhos do ser amado se fechem para que a sala fique mergulhada na escuridão.(...)
Por fim, existe a quarta categoria, a mais rara, a dos que vivem sob os olhares imaginários dos ausentes. São os sonhadores. Por exemplo, Franz. Se ele chegou até a fronteira do Camboja, foi unicamente por causa de Sabina. O ônibus chacoalha na estrada da Tailândia e ele sente que os olhos de Sabina estão pousados sob ele.”
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“Da economia do tempo - Sêneca saúda o amigo LucÃlio
Comporta-te assim, meu LucÃlio, reivindica o teu direito sobre ti mesmo e o tempo que até hoje foi levado embora, foi roubado ou fugiu, recolhe e aproveita esse tempo. Convence-te de que é assim como te escrevo: certos momentos nos são tomados, outros nos são furtados e outros ainda se perdem no vento. Mas a
coisa mais lamentável é perder tempo por negligência.
Se pensares bem, passamos grande parte da vida agindo mal, a maior parte sem fazer nada, ou fazendo algo diferente do que se deveria fazer.
Podes me indicar alguém que dê valor ao seu tempo, valorize o seu dia, entenda que se morre diariamente? Nisso, pois, falhamos: pensamos que a morte é coisa do futuro, mas parte dela já é coisa do passado.
Qualquer tempo que já passou pertence à morte.
Então, caro LucÃlio, procura fazer aquilo que me escreves: aproveita todas as horas; serás menos dependente do amanhã se te lançares ao presente. Enquanto adiamos, a vida se vai. Todas as coisas, LucÃlio, nos são alheias; só o tempo é nosso. A natureza deu-nos posse de uma única coisa fugaz e escorregadia, da qual qualquer um que queira pode nos privar. E é tanta a estupidez dos mortais que, por coisas insignificantes e desprezÃveis, as quais certamente se podem recuperar,
concordam em contrair dÃvidas de bom grado, mas ninguém pensa que alguém lhe deva algo ao tomar o seu tempo, quando, na verdade, ele é único, e mesmo aquele que reconhece que o recebeu não pode devolver esse tempo de quem tirou.
Talvez me perguntes o que faço para te dar esses conselhos. Eu te direi francamente: tenho consciência de que vivo de modo requintado, porém cuidadoso. Não posso dizer que não perco nada, mas posso dizer o que perco, o porquê e como; e te darei as razões pelas quais me considero miserável. No entanto, a mim acontece o que ocorre com a maioria que está na miséria não por culpa própria: todos estão prontos a desculpar, ninguém a dar a mão.
E agora? A uma pessoa para a qual basta o pouco que lhe resta, não a considero pobre. Mas é melhor que tu conserves todos os teus pertences, e começarás em tempo hábil. Porque, como diz um sábio ditado, é tarde para poupar quando só resta o fundo da garrafa. E o que sobra é muito pouco, é o pior. Passa bem!
(Sêneca, em "Aprendendo a Viver - Cartas a LucÃlio")”
― Letters from a Stoic
Comporta-te assim, meu LucÃlio, reivindica o teu direito sobre ti mesmo e o tempo que até hoje foi levado embora, foi roubado ou fugiu, recolhe e aproveita esse tempo. Convence-te de que é assim como te escrevo: certos momentos nos são tomados, outros nos são furtados e outros ainda se perdem no vento. Mas a
coisa mais lamentável é perder tempo por negligência.
Se pensares bem, passamos grande parte da vida agindo mal, a maior parte sem fazer nada, ou fazendo algo diferente do que se deveria fazer.
Podes me indicar alguém que dê valor ao seu tempo, valorize o seu dia, entenda que se morre diariamente? Nisso, pois, falhamos: pensamos que a morte é coisa do futuro, mas parte dela já é coisa do passado.
Qualquer tempo que já passou pertence à morte.
Então, caro LucÃlio, procura fazer aquilo que me escreves: aproveita todas as horas; serás menos dependente do amanhã se te lançares ao presente. Enquanto adiamos, a vida se vai. Todas as coisas, LucÃlio, nos são alheias; só o tempo é nosso. A natureza deu-nos posse de uma única coisa fugaz e escorregadia, da qual qualquer um que queira pode nos privar. E é tanta a estupidez dos mortais que, por coisas insignificantes e desprezÃveis, as quais certamente se podem recuperar,
concordam em contrair dÃvidas de bom grado, mas ninguém pensa que alguém lhe deva algo ao tomar o seu tempo, quando, na verdade, ele é único, e mesmo aquele que reconhece que o recebeu não pode devolver esse tempo de quem tirou.
Talvez me perguntes o que faço para te dar esses conselhos. Eu te direi francamente: tenho consciência de que vivo de modo requintado, porém cuidadoso. Não posso dizer que não perco nada, mas posso dizer o que perco, o porquê e como; e te darei as razões pelas quais me considero miserável. No entanto, a mim acontece o que ocorre com a maioria que está na miséria não por culpa própria: todos estão prontos a desculpar, ninguém a dar a mão.
E agora? A uma pessoa para a qual basta o pouco que lhe resta, não a considero pobre. Mas é melhor que tu conserves todos os teus pertences, e começarás em tempo hábil. Porque, como diz um sábio ditado, é tarde para poupar quando só resta o fundo da garrafa. E o que sobra é muito pouco, é o pior. Passa bem!
(Sêneca, em "Aprendendo a Viver - Cartas a LucÃlio")”
― Letters from a Stoic
“Pidä kaksinkertaista kirjanpitoa hetkistä, joina olet sinut itsesi kanssa. (s. 23)”
― Niin kauas kuin vyötä riittää
― Niin kauas kuin vyötä riittää

“Coloro che sono capaci di vedere oltre le ombre e le bugie della propria cultura non saranno mai capiti, tanto meno creduti, dalle masse.”
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“Che ognuna delle cose sia eterna significa che ognuna â€� anche la più umile e irrilevante â€� non può mai essere un niente: è necessità che stia legata al suo essere. Il legame non la costringe: ne asseconda il cuore.”
― La strada: La follia e la gioia
― La strada: La follia e la gioia
“O niilismo conceitual, vazio e elegante, o impressionismo magnético, o apelo sinestésico, o malabarismo estetizante ou simplesmente oco: tudo isto não é filosofia.”
― Filosofia A Partir De Seus Problemas
― Filosofia A Partir De Seus Problemas

“Uma obra ³¦°ùóپ±³¦²¹ ou filosófica, que não se mantenha de alguma maneira numa relação essencial com a criação, está condenada a girar no vazio, do mesmo modo que uma obra de arte ou de poesia, que não contenha em si uma exigência ³¦°ùóپ±³¦²¹, está destinada ao esquecimento.”
― Nudities
― Nudities

“Ma la merce abbondante sta a dire la rottura assoluta di uno sviluppo organico dei bisogni sociali. La sua accumulazione meccanica libera un artificiale illimitato, di fronte al quale il DESIDERIO VIVENTE resta disarmato.”
― La ²õ´Ç³¦¾±±ð³Ùà dello spettacolo
― La ²õ´Ç³¦¾±±ð³Ùà dello spettacolo

“La doctrina de la libertad humana sólo prueba que una hipotésis errónea es a veces preferible a otra exacta. El hombre, por cierto, no es libre: pero hace falta haber estudado filosofia muy profundamente para que una concepción de esta naturaleza no nos llame a engaño. Pero éste es un estudio para el cual dispone de tiempo y paciencia sólo un hombre entre mil, y entre los cientos que cuentam com tiempo y paciencia, sólo habrá uno, quizás, que comprenda el sentido de la cosa. Y como las aparencias le son favorables a la doctrina de la libertad, ésta es la más corriente, por ser la más cómoda, y asà seguirá siendo en el futuro.”
―
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“Sou como alguém que foi mordido por uma vÃbora: recusa-se a falar do que sente, exceto à queles que também foram mordidos, porque esses sabem como isso dói.”
― O banquete
― O banquete
“Para um homem de bom senso, a ´Ç±è¾±²Ô¾±Ã£´Ç de um pequeno número de ²õá²ú¾±´Ç²õ é mais temÃvel que a de um grande número de loucos.”
― O banquete
― O banquete

“El carácter ético es el mismo: ambas ejercen el despotismo sobre los ciudadanos mejores. Los decretos son en la una lo que las ordenanzas y prohibiciones son en la otra. Tambien el demagogo y el favorito de la Corte son con frecuencia hombres idénticos, y siempre muestran una cercana analogÃa. Y estos son los que tienen el poder principal en sus respectivos sistemas de gobierno: los favoritos en las monarquÃas absolutas, y los demagogos en un régimen popular.”
― ±Ê´Ç±ôóپ±³¦²¹
― ±Ê´Ç±ôóپ±³¦²¹

“La historia del sultán de Tlemecén y el santón: El sultán iba ataviado con sus ropas mas extravagantes cuando recibió a Abu Abdallah al-Tunisi. ¿ Es licito que rece llevando puestas estas espléndidas prendas? -le pregunto su erudito visitante. Abu Abdulalah se echó a reÃr y, a continuación , explicó su reacción del siguiente modo: - Me rio , oh orgulloso sultán, de tu débil intelecto , de lo poco que te conoces a ti mismo y a tu lamentable estado espiritual. Para mÃ, eres como un perro que olisquea la sangre del cuerpo de un animal muerto y como podredumbre, pero levanta la para al orinal no sea que él liquido le manche. Me preguntas po tus ropas cuando el sufrimiento de tantas personas recae sobre ti" - El sultán empezó a llorar a lagrima viva. Abdico y se hizo seguidor de ese santo varón.”
― A la sombra del granado (13/20)
― A la sombra del granado (13/20)
“Quando o teu Platão decreta que as repúblicas só serão felizes se os filósofos reinarem ou se os reis filosofarem, quão longe estará a felicidade se os filósofos não condescenderem nem mesmo a repartir um conselho com o reis?" [Morus]
"Eles não são", respondeu Rafael, "tão ingratos que não fariam isso prazerosamente. Na verdade, muitos já o fizeram em seus livros: se aqueles que podem assenhorar-se das coisas estivessem preparados, bem os consultando conseguiriam seus conselhos. Sem dúvidas, porém, como bem já previu ±Ê±ô²¹³Ùã´Ç, a não ser que os próprios reis filosofassem, nunca, impregnados e infectados desde a infância por opiniões corrompidas, nunca reconheceriam detalhadamente os conselhos dos filósofos, o que Platão também pôde experimentar junto a DionÃsio de Siracusa. Acaso não pensas que, se eu propusesse princÃpios sensatos a algum rei e me esforçasse por eliminar, dele, as perniciosas sementes dos males, eu seria prontamente expulso ou, então, considerado com escárnio?" Editora Vozes, 2016, p. 40.”
― A Utopia
"Eles não são", respondeu Rafael, "tão ingratos que não fariam isso prazerosamente. Na verdade, muitos já o fizeram em seus livros: se aqueles que podem assenhorar-se das coisas estivessem preparados, bem os consultando conseguiriam seus conselhos. Sem dúvidas, porém, como bem já previu ±Ê±ô²¹³Ùã´Ç, a não ser que os próprios reis filosofassem, nunca, impregnados e infectados desde a infância por opiniões corrompidas, nunca reconheceriam detalhadamente os conselhos dos filósofos, o que Platão também pôde experimentar junto a DionÃsio de Siracusa. Acaso não pensas que, se eu propusesse princÃpios sensatos a algum rei e me esforçasse por eliminar, dele, as perniciosas sementes dos males, eu seria prontamente expulso ou, então, considerado com escárnio?" Editora Vozes, 2016, p. 40.”
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